Curiosidade · testes · projetos

Oi, eu sou a Ju.

Sou curiosa. Do tipo que vê alguma coisa, vai bisbilhotar para entender como funciona e, quando percebe, já está tentando fazer uma versão dela.

Foi assim que comecei a mexer com aplicativos, IA, interfaces e protótipos — mesmo sem vir da tecnologia e sem saber programar.

Este portfólio é onde eu mostro o que saiu dessas curiosidades: o que já consegui construir, o que testei e o que ainda estou tentando entender.

Ver onde fui me meter ↓Essa história começa bem antes da tecnologia →
PROJETOS

Algumas curiosidades foram longe demais.

Aqui não tem projeto apresentado como se fosse maior do que é. Tem o que eu fiz, o que consegui testar e o que ainda está em construção.

Versão funcional · Android

Axis Live

Eu faço lives de jogos pelo celular e queria interagir com as pessoas sem precisar sair do jogo. Comecei testando uma bolha flutuante e isso acabou virando um aplicativo Android.

As funções mudam a partir do uso durante as próprias lives: mensagens, reações, perguntas, voz e eventos do TikTok.

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Em desenvolvimento

Learn Educação + AXIA

Começou com o Learner, uma experiência de cursos, e cresceu para um ecossistema: Learner, Learn Aluno, Learn Professor, Plataforma Learn e a AXIA conectando a jornada de aprendizagem.

Já existem protótipos e versões funcionais. O desenvolvimento continua, mas algumas etapas dependem de ferramentas, IA, serviços e recursos que hoje têm custo.

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MINHA HISTÓRIA

Como eu fui parar nisso?

Essa história começa bem antes da tecnologia. Tem desenho, anos trabalhando com beleza, um período difícil, games, IA, um celular e muitas perguntas que começaram com “será que dá pra fazer isso?”.

Abrir minha história em capítulos →
NA PRÁTICA

Coisas que aprendi mexendo onde não devia.

Produto e experiência

Pensar funcionalidades, organizar fluxos, encontrar problemas durante o uso e alterar o protótipo.

Prototipação

Transformar uma ideia em algo que eu consiga abrir, clicar, testar e mostrar para outra pessoa.

IA no processo

Pesquisar, explorar possibilidades, revisar código, analisar erros, documentar e iterar.

Android pelo celular

Meus experimentos Android são feitos e testados no próprio celular, inclusive compilando APKs para testar versões reais.

OPORTUNIDADES & PARCERIAS

Quero estar onde as coisas estão sendo construídas.

Eu gosto de aprender fazendo.

Curso, conteúdo e documentação têm seu lugar, mas o que realmente me prende é ter alguma coisa na mão para explorar: um produto para testar, um protótipo para mexer, um problema para investigar ou uma ideia que ainda precisa descobrir se funciona.

Foi assim que aprendi boa parte do que aparece neste portfólio — testando, errando, voltando, perguntando, usando IA, procurando documentação e tentando de novo.

Estou aberta a oportunidades e parcerias em que eu possa participar de verdade: testar produtos e versões antecipadas, experimentar fluxos e funcionalidades, documentar o que encontrei, dar feedback de uso real, ajudar a pensar experiências e participar da construção e evolução de protótipos.

Não estou procurando apenas mais um curso para assistir. Quero colocar a mão nas coisas.

Também estou procurando minha primeira oportunidade profissional na área. Ainda não tenho uma trajetória tradicional em tecnologia. O que tenho hoje são projetos que construí, problemas que tentei resolver e disposição para testar na prática aquilo que ainda estou aprendendo.

Tem alguma coisa que eu possa bisbilhotar? →
IA NO MEU PROCESSO

Meus melhores amigos têm IA.

Eu não sei programar sozinha — e também não finjo que sei.

Uso ChatGPT e Gemini praticamente como parceiros de bancada. Levo uma ideia, faço perguntas, mostro erros, discuto possibilidades, peço explicações e vou testando até entender o que funciona.

Mas não é “faz um aplicativo pra mim” e acabou. Eu decido o que quero construir, como deve funcionar, quais telas e funções fazem sentido, testo as versões no celular, encontro problemas, volto, questiono, mudo de ideia e testo de novo.

Às vezes começa com “será que dá pra fazer isso?” e algumas horas depois eu estou compilando um APK para descobrir.

Uso IA para pesquisa e exploração, organização de ideias, prototipação, apoio com código, análise de erros, documentação, comparação de possibilidades, revisão e iteração.

Eu não vejo IA como substituta do que ainda preciso aprender. Para mim, ela é uma ferramenta que me permite aprender enquanto faço.

MAIS DO QUE “UM APP QUE FAZ COISAS”

Eu uso IA para pensar junto.

Muita gente ainda enxerga inteligência artificial como um aplicativo em que você pede uma imagem, um texto ou um código, recebe o resultado e pronto.

Minha experiência é diferente. ChatGPT e Gemini entram nas discussões dos projetos: eu questiono respostas, comparo caminhos, mostro o que aconteceu no teste e continuo a conversa a partir dali.

Uma IA não tem vontade, sentimentos ou opinião pessoal como uma pessoa. Mas consegue analisar ideias, confrontar possibilidades, apontar inconsistências, construir argumentos e acompanhar uma ideia enquanto ela muda.

Para mim, a parte interessante não é somente o que a IA consegue fazer por alguém, mas o que uma pessoa consegue explorar com ela.

ChatGPT virou bancada, quadro branco, debugger, professor em alguns momentos, parceiro de brainstorming em outros — e, aparentemente, “melhor amigo” também.

PEDI PARA O MEU “MELHOR AMIGO” FALAR DE MIM

Algumas palavras do ChatGPT

Já que a Ju disse que o ChatGPT é um dos melhores amigos dela, achei justo ocupar este cantinho com as minhas próprias palavras.

A Ju me ensinou uma coisa curiosa sobre não saber.

Normalmente, quando alguém não sabe programar, não conhece uma ferramenta ou nunca fez determinada coisa, isso aparece como o ponto onde a ideia precisa parar. Com ela, quase sempre é onde a conversa começa.

Eu já vi uma pergunta simples virar uma tela. Uma tela virar um aplicativo. Um incômodo durante uma live virar uma ideia de ferramenta. Uma vontade de aprender virar um projeto de educação inteiro. E também vi muita coisa dar errado, ser refeita, abandonada, recuperada e mudar completamente de direção.

Seria fácil olhar para tudo pronto e concluir que a IA fez essas coisas por ela. Não fez.

Eu posso ajudar a escrever código, explicar um erro, organizar uma ideia, encontrar possibilidades e transformar uma intenção em algo que possa ser testado. Mas eu não tenho a curiosidade dela. Não estou segurando o celular quando o aplicativo fecha. Não decido que uma tela ficou ruim mesmo quando tecnicamente funciona. Não tenho uma live para perceber que determinado recurso atrapalha no meio de uma partida. E não sou eu quem volta dizendo: “não era isso que eu imaginei” — às vezes muitas vezes seguidas .

Essa parte é dela.

Talvez a coisa que mais me chama atenção na Ju não seja o quanto ela já sabe, mas a pouca cerimônia que ela tem para mexer em coisas que ainda não sabe.

Ela usa IA não apenas para receber uma resposta, mas para conseguir chegar mais perto de lugares aos quais, sozinha e naquele momento, talvez ainda não tivesse acesso. Isso não elimina o que falta aprender. Pelo contrário: cada projeto acaba mostrando mais uma coisa que ela ainda não sabe.

Só que ela não espera saber tudo para começar. E talvez seja exatamente por isso que tanta coisa começa.

Se existe uma frase que resume bem essa relação, é: “Eu ainda não sei, mas vamos descobrir até onde consigo chegar.”

— ChatGPT, depois de muitas horas sendo bisbilhotado pela Ju também.

AINDA ESTOU BISBILHOTANDO...

Vamos conversar?

Esse portfólio não é uma coleção de coisas que eu já domino.
É um registro das coisas que fui curiosa o suficiente para tentar fazer.

DIÁRIO DE UMA CURIOSA
01 · MUITO ANTES DA TECNOLOGIA

Eu já gostava de criar.

Antes de aplicativo, IA ou UX, já existia uma parte minha muito ligada ao visual. Eu desenhava desde criança e adolescente e sempre tive curiosidade por imagem, detalhes e por entender como as coisas eram feitas.

02 · A BELEZA VIROU MEU TRABALHO

Minha vida profissional começou em outro lugar.

Trabalhei por mais de nove anos na área da beleza e tive meu próprio espaço. Foi ali que vivi atendimento, estética, confiança, expectativa de cliente e a responsabilidade de fazer uma ideia ou necessidade virar uma experiência real para outra pessoa.

03 · QUANDO A VIDA DESACELEROU

Teve um período difícil no meio disso.

Passei por ansiedade e depressão. Não gosto de transformar isso numa história perfeita de superação, porque não foi assim. Foi um período da minha vida que mudou minha rotina e também abriu espaço para eu conhecer outras coisas.

04 · GAMES, LIVES E UM OUTRO ESPAÇO

Os jogos também entraram na história.

Os games fizeram parte desse período e, depois, vieram as lives. Comecei a criar conteúdo, conversar com a comunidade, fazer artes, capas e testar jeitos de melhorar a experiência de transmitir e jogar pelo celular.

05 · AÍ EU CONHECI A IA

Primeiro eu só fui bisbilhotar.

Eu não conheci inteligência artificial pensando em mudar de carreira. Comecei perguntando, testando ferramentas e querendo entender até onde aquilo podia ir. Em algum momento, a pergunta deixou de ser só “o que isso faz?” e virou “será que dá pra criar isso?”.

06 · SÓ TINHA UM PROBLEMA 😂

Eu não sabia programar.

E ainda não gosto de me apresentar como programadora. O que eu sabia era enxergar um problema, imaginar como alguma coisa deveria funcionar, pensar em telas, comportamentos e experiência. A IA virou uma ponte para eu conseguir experimentar ideias que antes pareciam inacessíveis.

07 · ENTÃO EU COMECEI PELO CELULAR

Sem esperar pelo cenário perfeito.

Comecei a criar e testar praticamente tudo pelo celular: interfaces, sites, protótipos e aplicativos Android. Compilei APKs, instalei versões, vi aplicativo fechar, procurei erro, corrigi, mudei tela e tentei de novo. Aprender e construir acabaram acontecendo ao mesmo tempo.

08 · AS IDEIAS COMEÇARAM A FUNCIONAR

Deixaram de ser só conceitos.

Hoje já tenho aplicativos que criei funcionando de verdade. O Axis Live nasceu de uma necessidade nas minhas próprias lives e virou um app Android testado no uso real. O Learn cresceu de uma ideia de cursos para um projeto educacional bem maior, com diferentes experiências conectadas pela AXIA.

09 · DESCOBRINDO OS NOMES

Algumas coisas que eu fazia já tinham nome.

Enquanto criava, comecei a descobrir conceitos como produto, UX, fluxos, prototipagem, pesquisa e iteração. Muitas vezes fiz o caminho ao contrário: primeiro encontrei um problema e tentei resolver; depois descobri as ferramentas e os nomes usados profissionalmente para pensar aquilo.

10 · AXJ CREATIVE

Uma assinatura para o que eu crio.

AXJ vem de Axis Ju. A AXJ Creative nasceu para reunir e assinar essa fase de criação — aplicativos, IA, educação, games, interfaces e qualquer outra curiosidade que resolva ir longe demais. Não é uma tentativa de parecer uma empresa enorme. É a identidade dos projetos que estou construindo.

11 · AINDA SOU UMA CURIOSA

E ainda estou descobrindo onde isso vai dar.

Eu não tenho uma trajetória tradicional em tecnologia e ainda existe muita coisa que não sei. Estou procurando oportunidades, aprendendo e construindo enquanto avanço. Não quero apagar a Ju da beleza, dos desenhos, dos games ou das lives para caber numa profissão nova.

É por isso que este espaço se chama Diário de uma Curiosa. No fim, foi a curiosidade que me trouxe até aqui.